O clube do choro de Brasília, que completa 25 anos em setembro, reúne uma eclética legião de freqüentadores: de autoridades e diplomatas estrangeiros a fãs anônimos.
Irlam Rocha Lima
Da equipe do Correio
O Clube do Choro virou programa obrigatório para muitos brasilienses. Há quem não perca por nada as apresentações de alguns dos mais importantes instrumentistas brasileiros, na salinha ao lado do Centro de Convenções Ulisses Guimarães, no Eixo Monumental. Os shows acontecem de quartas a sextas-feiras.
Graeff descobriu o Clube do Choro há seis anos e, desde então, se tornou espectador assíduo dos shows que acontecem ali. ‘‘Não tenho dúvida de que se trata de uma das melhores coisas que se tem para fazer em Brasília. Pode até ser que no Rio de Janeiro, São Paulo, Nova York ou Londres tenha algo igual, mas superior, não creio’’, derrama-se em elogios.
Impressiona ao assessor de Fernando Henrique a quantidade de jovens que freqüentam o clube e o interesse que eles têm pelo chorinho. Estudante de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, Caísa Tibúrcio só deixa de ver os shows quando está estudando para provas. ‘‘Sou apreciadora da música brasileira e aqui costumam se apresentar alguns dos nossos maiores instrumentistas. Curtir o show de um cara como Hermeto Pascoal, que já se apresentou aqui algumas vezes, por exemplo, é um privilégio’’, observa.

Disponível em:http://www2.correioweb.com.br/cw/EDICAO_20020422/vid_mat_220402_315.htm acessado em 21/11/2009 às 17:10.



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